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Professor utiliza exemplos de One Piece em aula

 
 
Um professor de uma escola de Osaka resolveu usar o anime One Piece para explicar sobre direitos civis para seus estudantes.
 
Através do exemplo da meia-rena Chopper, o professor Akitoshi Maekawa demonstra que aqueles que foram marginalizados por suas aparências externas podem ter amigos.

Na história original de Eiichiro Oda, Chopper nasceu com um nariz vermelho e costumava ser intimidado pelas outras renas. Então tornou se um meio humano ao ingerir a Hito Hito no Mi (Fruta do Humano), porém até mesmo os humanos o rejeitavam. Porém surge Hiluluk que lhe acolhe e se tornam grandes amigos.

Após explicar sobre o apartaide da África do Sul e os movimentos de direitos civis, os alunos ficaram surpresos quando parceberam a conexão com a situação de Chopper.

One Piece atualmente é publicado no Brasil pela Editora Panini, com periodicidade mensal do volume 1 em diante e bimestral do volume 36 em diante.

A HISTÓRIA DO SAL

        Jogar sal no próprio corpo antes de entrar em casa, logo ao retornar de um sepultamento, é um hábito que pode ser verificado mesmo nas famílias nikkeis que residem neste país. Este ritual tem por objetivo afastar de si o espírito do falecido e também purificar-se.
        O sal é também usado com freqüência nas casas comerciais, sendo colocado na área frontal da loja logo após a limpeza matinal. O fato de os lutadores de sumô espalharem sal na arena também tem o siginificado de purificar o local e a si próprio. O sal sempre foi indispensável nos cultos aos Deuses, assim como no cotidiano. Existe, inclusive, um ditado que diz que aqueles que desperdiçam sal tornar-se-ão cegos.
        Em qualquer país o sal é o símbolo de purificação e mistério. Significa também boas vindas e há várias outras conotações como amizade e bem querer. Nas sociedades antigas, o sal era tido como preciosidade, sendo utilizado nas cerimônias religiosas e, às vezes, até como moeda. Por ser um recurso natural de suma importância para as finanças do país, tanto no Oriente como no Ocidente, o sal sempre foi objeto de tributação e monopolização.
        A palavra "salário" tem como origem "salarium" do Latim, que significa sal. Na antiga Roma, os salários dos funcionários públicos e militares eram pagos com sal, assim como na antiga Grécia, praticava-se troca de escravos por sal. Com relação á extração de sal no Japão, o processo utilizado na antiguidade era o de banhar algas com água do mar e obter o sal secando no fogo.
        A partir das Eras Nara e Heian, o sal passou a ser produzido por salinas em várias regiões do país e, por estar a produção restrita a regiões da orla marítima, logo tornou-se objeto de comercialização, assim como ocorria com o arroz.         Na Era Edo, cada feudo incentivava as atividades das salinas para fomentar a indústria e as finanças, especialmente na região do mar interior de Seto. Na Era Meiji, as províncias ainda eram autosuficientes na sua produção, até que foi estabelecido o sistema de monopólio devido a entrada de sal importado, a preço inferior, no mercado. Até 1918 a produção de sal era tida como um meio de proporcionar receitas ao cofre público. Posteriormente, passa a ser priorizado o aspecto de interesse público, com medidas de estabilização do preço e proteção à indústria produtiva.
        Em 1972 todas as salinas foram fechadas devido a uma lei que objetivava a modernização do setor. A partir disso, o sal utilizado na cozinha passou a ser o cloreto de sódio com quase 100% de pureza. Em 1997 o monopólio chega ao fim, passando a ser autorizada a produção do sal natural extraído das águas do mar que, para alegria dos naturalistas, está resurgindo aos poucos em várias regiões litorâneas.
        O sal é indispensável à sobrevivência, pois sua função é a de infiltrar-se ao sangue para melhorar o metabolismo das células, por exemplo. Como o sal é eliminado através do suor e urina, cada adulto precisa consumir de 10 a15g diariamente.
Expressões :
Aona ni shio : Desanimado, triste.
Shio o tatsu : Deixar de consumir sal por um tempo para cumprir uma promessa.
Shio o fumu : Lançar-se ao mundo e conhecer as dificuldades .
Fonte: São Paulo Shimbun 24/08/2000

PIPAS (Tako)

       Uma das cenas típicas do Japão no Ano Novo e em outras ocasiões festivas é empinar pipas, um costume que provavelmente os japoneses trouxeram da China antes de Era Heian (794 - 1185). Embora muitas crianças prefiram hoje ficar trancadas em suas casas brincando de videogame, as pipas japonesas continuam chamando a atenção de um grande número de pessoas em todo o mundo, por sua beleza e originalidade.
       Antigamente, as pipas no Japão eram utilizadas principalmente em ritos religiosos. Ora empinavam-se pipas para afugentar os maus espíritos, ora para agradecer aos deuses pela boa colheita ou então para pedir boa saúde ou prosperidade.
       Consta que as pipas serviam também para fins militares. Eram utilizadas, por exemplo, para veicular mensagens secretas ou mesmo para transportar comida e outros suprimentos aos defensores de castelos sitiados pelos inimigos.         Pipas gigantescas povoam a imaginação dos japoneses desde tempos imemoriais. Diz uma lenda que, no século 12, o guerreiro Minamoto no Tametomo (um herói do famoso clã de Genji) foi exilado em uma ilha junto com seu filho criança.
        Tametomo teria tentando teria tentado mandar seu filho de volta ao continente amarrando-o a uma enorme pipa. A fabricação de pipas desenvolveu-se no Japão de forma espantosa, graças à existência de papel de excelente qualidade, bambu e linho. Houve uma época, no entanto, em que o custo do papel era tão elevado que somente nobres tinham condições de ter pipas. Com o tempo, as pipas tornaram-se acessíveis a pessoas comuns e sua proliferação foi tamanha que, no século 17, o governo chegou a proibir que se empinassem pipas, sob a alegação de que atrapalhavam o tráfego.         Apesar do declínio do número de artesões especializados na produção de pipas, o Japão ainda é considerado pelos entusiastas como a capital mundial das pipas, pela riqueza de seus formatos e desenhos.

Fonte: São Paulo Shimbun 20/01/2000

Saquê

Saquê (ou osaquê) é uma bebida milenar fermentada de origem japonesa.

Seus únicos igredientes é arroz e água e seu teor alcóolico gira em torno dos 16%.
Sabe-se que a produção da mesma se iniciou no século III, em Nara, a antiga capital do Japão.
Produzido a partir da fermentação do arroz, o saquê é enquadrado na mesma categoria do vinho,
pois passa por um processo de fermentação por meio de leveduras até se transformar na bebida.
O arroz mais cobiçado pelos fabricantes é o arroz mais polido (sakamai). Para se fazer um saquê premium, por exemplo, utiliza-se o arroz yamadanishiki, o melhor arroz do mundo para a produção de saquê.
Apesar de ser uma bebida popular no Japão, ela é muito valorizada, sendo oferecida aos deuses xintoístas em cultos religiosos.

Como o Saquê é preparado?

Arroz e água são os únicos ingredientes necessários para a produção do saquê. Primeiramente é feito o koji, que é o arroz fermentado separadamente. O koji é misturado ao arroz cozido ao vapor, até a formação do shubo, uma pasta de grãos. O shubo é colocado dentro de grandes recipientes para ser fermentado por 30 dias, aproximadamente. Após isso, o saquê é filtrado e pasteurizado.

O saquê é servido de que forma?

Geralmente, a bebida é servida antes das refeições. Para preservar seu sabor, a melhor temperatura para seu consumo é 35ºC, mas também pode-se tomar frio ou misturado a outras bebidas, transformando-se em exóticos e interessantes coquetéis.
É utilizado também na preparação de diversos pratos orientais, como Frango Xadrez por exemplo.

História sobre o Saquê:

Até o século passado, o saquê ainda era produzido artesanalmente, onde o arroz era primeiro lavado e depois colocado em tinas para cozinhar. E após esta etapa de fermentação, a pasta resultante era ralada e só então, misturada manualmente até chegar ao produto final.
Hoje em dia existem mais de 1600 fabricantes de saquê no Japão.
O saquê deixou de ser uma bebida artesanal, para dar lugar a produção em massa.
No entanto, existem fabricantes japoneses que ainda utilizam métodos, que lembram esse antigo processo.
Fonte:JapaoEmFoco

Show - Holograma



Hatsune Miku - Ai Kotoba -2010.japao, Pop star agora e um holograma
Novo pop star do Japão é um holograma em 3D

É bonita, elegante e tem tido sucesso com um single top nas paradas.

Mas a mais recente e maior estrela pop do Japão difere da maioria de seus colegas em um aspecto crucial: ela é um holograma.

Hatsune Miku tomou a cena musical no Japão, onde seus shows estão sempre lotados e estão cheios de gritos, e fãs adoradores.

Agora, como algo saído de um filme de ficção científica, surgiram vídeos que mostram Miku em uma turnê no Japão, cantando uma seleção de hits.

Miku é um avatar digital criado pela empresa japonesa de tecnologia Crypton Future Media em que os clientes podem comprar e então programar para executar qualquer música em seu computador.Ela deve ter 16 anos de idade e 1,57 m de altura, mas seus criadores têm dado pouca importância sobre sua personalidade.Crypton usa vozes gravadas pelos atores e, em seguida os coloca através do software Vocaloid Yamaha para criar seus personagens.A voz de Miku foi criada através de amostras vocais de voz da atriz Saki Fujita. Todas as amostras continham um som único japonês que quando combinadas criam palavras inteiras e frases.

Sua música e imagem se tornaram tão populares que agora ela tem ido em uma turnê de liquidação, onde milhares de fãs ondulam pauzinhos de luz e gritam como se ela fosse uma estrela pop da vida real.
fonte: noticias-alternativas

Tsunami no Japão

   
        A tragédia no Japão começou em 11 de março com o mais violento terremoto já registrado no país: 9 graus na escala Richter. A ele, seguiu-se o tsunami que arrasou a costa nordeste do território. Morreram mais de 5 mil pessoas, e milhares estão desaparecidas. Estradas e ferrovias foram destruídas. Cerca de 500 mil pessoas estão desabrigadas. Faltam água, comida e combustível. Segundo o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, é a pior crise desde a Segunda Guerra Mundial. E o país atravessa agora a mais grave crise nuclear desde o desastre de Chernobyl, 25 anos atrás, na extinta União Soviética.
fonte: Veja
  
        Estou atrasado mas preciso deixar registrado esse desastre que aconteceu no Japão no dia 11/03/2011.
 Se alguém tiver como ajudar, peço que ajude, porque mesmo que o Japão seja um pais de primeiro, eles estão precisando muito de qualquer tipo de ajuda.

OshiteKudasai Agradece!

Melancia


 
     A forma quadrada é obtida antes que o fruto fique maduro com um mecanismo “secreto”.
     A pequena cooperativa agrícola de Zentsuji (Kagawa), na região de Shikoku, iniciou no dia 22 o envio da sua famosa colheita de melancia quadrada a todo o Japão.
     Os agricultores locais já haviam obtido êxito em produzir melancias quadradas há 27 anos, mas o sucesso veio a cerca de cinco anos atrás, com a divulgação através dos meios de comunicação. Outro fator importante é o fato de que o novo formato permite guardar melhor a fruta na geladeira.
     A idéia da melancia quadrada pertence ao agricultor Takashi Yamashita, 82, atual diretor da seção de “melancias” da cooperativa.
     A forma quadrada é obtida antes que o fruto fique maduro com um mecanismo “secreto” que transforma a melancia, tipicamente redonda, em quadrada.
     No entanto, na busca do formato, a melancia quadrada perdeu seu sabor doce e se parece mais ao pepino. Por isso o produto tem mais uma finalidade decorativa e de longa vida pois pode ser conservado em média durante um ano e meio.

Origem da melancia quadrada
 

     Há 20 anos, o agricultou, da ilha de Shikoku, teve a idéia de dar formas mais retas à frutas para que elas pudessem ser guardadas nas geladeiras dos consumidores.
     Além disso, o formato redondo dificultava que se cortasse a melancia.
     Para mudar o design das frutas, os fazendeiros as cultivaram dentro de caixas de vidro.
     Desse modo, naturalmente, a melancia adotou o formato da caixa.
     Mas a novidade não está ao alcance de todos.
     Uma melancia quadrada não sai por menos de 10 mil yens, o equivalente a U$S 83.
     A fruta está sendo vendida em lojas de departamento e em supermercados caros de Tóquio e Osaka, e há quem use a melancia quadrada como peça de decoração.
Cada um com a sua mania hehe.O duro é se começarem a inventar outras formas para as melancias como na figura abaixo.


fonte:japaoemfoco

Polícia de Mie tem manual de segurança em português

      Este manual foi elaborado tendo como foco o Desenho Universal-DU. Desenho Universal é uma linguagem padronizada para que todas as pessoas entendam as figuras, indepedente de cultura, raça, religião ou deficiência física.
     O manual faz parte das medidas que o Governo da Província de Mie está organizando para a construção social com Desenho Universal.
     Projeto de Liderança do Desenho Universal da Província de Mie.
Equipe de Confecção do Manual para Estrangeiros para a Vida Cotidiana Segura.

Baixe o manual aqui.

Suporte de Mesa(Sumo)



   Haja criatividade =)

Hotel Capsula

      De todas as invenções japonesas, os hotéis – capsulas, é pra mim, uma das maiores.
      Em meados dos anos 70, quando foi criada, parecia ser mais uma bizarrice made in Japan.
      Mas a criação do arquiteto Kisho Kurokawa tornou-se uma referência quando o assunto é a falta de espaço. Pensando em encontrar uma solução para aquelas pessoas que perdiam o último trem e por isso não tinham lugar para passar a noite ou dinheiro para pagar um hotel convencional e ao mesmo tempo aproveitar o pequeno espaço disponível, Kurokawa criou o “Capsule Inn Osaka”.
    Dentro das Cápsulas os hospedes poderão encontrar, dependendo do hotel é claro: televisão, rádio, frigobar e ar-condicionado. Por falta de espaço o armário não fica dentro da cápsula, para guardar malas e outro objetos maiores há o guarda-volumes.

Ponto de Onibus de Frutas


Ponto de ônibus Melancia em Ishaya no Japão


 Ponto de ônibus Tomato Basu Station no Japão


Ponto de ônibus Strawberry Basu Station no Japão


Pokékombi

   Achei o Pokékombi muito interessante, pois tem como intuito motivar as crianças acordarem mais cedo.
   

    O Pokékombi foi ideia de um jardim de infancia de Osaka.


      Já pensou uma kombi dessa no Brasil? 
      

Seven & I Holdings irão remover os alimentos com gordura trans das prateleiras


     O grupo Seven & I Holdings Co., decidiram retirar todos os alimentos contendo gordura trans das prateleiras. A gordura trans pode causar doenças cardíacas e outras doenças.
     O grupo, que tem o Seven-Eleven, Supermercado Ito-Yokado, Sogo e lojas de departamento Seibu, está se juntando com outras empresas como a Holdings McDonald’s Co (Japão) ltda na tentativa de reduzir os alimentos com ácidos graxos trans.

     Seven & I irá acelerar seus esforços para retirar a gordura trans dos produtos de sua própria marca, e também irão retirar os produtos fornecidos por outras empresas contendo a gordura.
O grupo varejista tem sido pró-ativa em promover alimentos com teores de gordura trans reduzida. As gorduras trans e óleos contidos nos alimentos, são citados como um grande fator no aumento de doenças cardiovasculares e endurecimento de artérias, aumentando o chamado colesterol ruim.
     Em 2006, a cidade de Nova York decidiu basicamente proibir o alto teor de gordura trans em alimentos servidos em restaurantes da cidade.
     A Agência de Assuntos do Consumidor do Japão, estão considerando exigir que os rótulos dos alimentos venham mostrando os teores de gordura em cada alimento. Alguns alimentos já são obrigados por lei a mostrar o teor de gordura trans em seus produtos como é o caso dos fabricantes de margarinas.
Fonte: Japan Today

Natal no Japão

     Falar sobre o Natal no Japão e falar sobre nada é quase a mesma coisa.
     Como em todos os países não-anti-cristãos, no Japão também há decoração de Natal no comércio, além do movimento que também aumenta nos dias que antecedem ao Natal.
      Um dos lugares mais famosos do Japão pela decoração de Natal é Kobe.
Kobe é uma cidade portuária, onde sempre houve muito intercâmbio com o ocidente. Há lojas ocidentais com produtos europeus desde o início do século passado. Kobe também é uma cidade conhecida por ter sido parcialmente destruída por um terramoto em 1995.
      Como parte das acções para recuperar a cidade, foi criada a Kobe Luminarie, que é muito visitada na época do Natal. 
      O Natal não está só nos pinheirinhos e presépios, no Japão não há presépios.
No Japão não existe o Natal que nós conhecemos a 25 de Dezembro não é feriado. As pessoas trabalham normalmente no dia 24. As famílias não se reúnem. Além da decoração, não muda nada.
      Eu disse que há decoração nas ruas e nas lojas e que o movimento aumenta. Mas se não festejam o Natal, afinal porque é que o comércio apela no Natal?
      Bom... o Natal no Japão é o Dia dos Namorados!
      O movimento no comércio é principalmente nas lojas que vendem presentes para as namoradas. Até em lojas de jóias caras, é difícil de caminhar nessa época do ano. Para as criancinhas japonesas, coitadinhas, no máximo um chocolate  do Pai Natal. Só as mulheres ganham presentes bons no Natal. Além dos presentes, os namorados levam as namoradas no mínimo para jantar fora, mas o ideal é ir viajar e passar a noite de Natal num hotel. Se não conseguirem viajar, então pode ser um hotel na cidade. O importante é que seja um lugar chique e ocidental.
       O Natal do Japão, como as famílias não se reúnem, também não há ceia de Natal, mas há a comida típica desse dia: frango frito. Na maioria dos casos, não é um frango inteiro como nós fazemos o peru. É frango frito mesmo, do Kentucky Fried Chicken. Desde o meio de Novembro, o KFC japonês aceita encomendas para o dia do Natal. O frango do Natal japonês está mais para o nosso peixe da Sexta-feira Santa do que para o peru de Natal. O ideal é que seja frango frito, mas qualquer coisa serve. Por exemplo, se for ao McDonald's nesse dia, em vez de pedirem o Big Mac de sempre, pedem um Mac Chicken.

OshieteKudasai Deseja um
 
メリークリスマス 
(Feliz Natal)

UNDO-KAI

   
  Os imigrantes japoneses trouxeram ao Brasil o costume da realização anual do Undo-kai, mais conhecido entre nós como Gincana poli-esportiva. A princípio era realizado em comemoração ao Tencho-setsu – dia 29 de abril – data natalícia do Imperador Showa. O Imperador faleceu, mas ainda por um bom tempo a comunidade costumava realizar o Undo-kai em fins de abril, começos de maio. Hoje a confraternização faz parte do calendário de realizações das muitas associações da comunidade nipônica em qualquer época do ano.
     Como toda a cultura japonesa, cuja essência pode ser resumida no WA – harmonia, o Undo-kai também é a prática do wa:  em família, pela realização de competições para todas as idades; em comunidade, pela participação indiscriminadamente de raça, credo, etnia ou qualquer outro carácter distintivo do homem.
Em homenagem aos seus deuses, os antigos gregos iniciaram as competições esportivas na cidade de Olímpia. Acreditavam que poderiam cultivar a mente sadia em corpo sadio. Diferentemente destas competições, no Undo-kai não há vencedores notáveis. Não há atletas profissionais nem se objetiva a revelação de talentos individuais. Os prêmios são simbólicos, de pouco valor econômico – porque são adquiridos pela ajuda financeira da comunidade – têm mais o caráter de lembrança de participação do que de prêmio, mesmo porque ganham todos os participantes: dançarinas, tocadores de taikô, crianças demonstradoras de ginástica.
     Nas provas são todos iguais; abandona-se o que se é fora do campo: não há ricos, pobres, doutores, patrões ou empregados – são todos participantes da gincana da grande família comunitária – na verdade, um eficiente pretexto que o japonês encontrou para desfrutar da companhia do próximo.
      O importante não é vencer. É participar. Até no colo da mãe, de bengala ou cadeira de rodas.
      E todos sabem que, mais importante do que participar, é construir o clima de harmonia, cordialidade e respeito, pois só nessa atmosfera o japonês sabe que o congraçamento e a confraternização serão possíveis.

“Mens sana in corpore sano”,  disseram os gregos.*
“Homines sani in communitate sana”, diriam os japoneses.**
* Mente sã em corpo são.
** Homens sãos em comunidade sã.

Bonsai (盆栽) | planta na bandeja

   
      O bonsai é a arte de cultivar miniaturas de árvores em vasos decorativos. De origem chinesa, esta forma de expressão artística caiu nas graças do povo japonês devido ao amor xintoísta à natureza,  e principalmente  pela filosofia zen budista por trás de toda esta belíssima arte.
     Dentre todos os valores, a qualidade estética é a mais valorizada. Existem vários princípios que norteiam o desenvolvimento de um bom bonsai:
  • Transmitir a sensação de peso e idade avançada;
  • Poucos galhos dará ao bonsai um aspecto mais maduro;
  • Com raízes visíveis, ela aparentará ser mais estável;
  • Tendo o seu tronco curvado, o bonsai acentuará o seu aspecto do peso.
A combinação de diferentes  tipos de árvore, locais, solos, vasos etc,  proporcionam a criação de vários tipos de bonsais. São eles:
  • Chokan: árvore com tronco reto, que diminui a espessura gradativamente da base até o topo. Ramos simétricos e balanceados.
  • Moyogi: tronco sinuoso, levemente inclinado.
  • Shakan: tronco reto ou levemente sinuoso e inclinado.
  • Kengai: o tronco se movimenta para a lateral e depois para baixo, saindo do vaso.
  • Han-kengai: tronco similar ao anterior, contudo sem o movimento para baixo.
  • Fukinagashi: galhos e tronco inclinados como se tivessem sido movimentados pelo vento.
     Estes vários tipos de bonsais chegaram ao Japão durante a Era Kamakura (séculos XII ao XIV) e se desenvolveram durante toda a Era Tokugawa (século XVII ao XIX). Foi uma arte restrita às classes dominantes japonesas. Nos séculos XVII e XVIII a arte do bonsai atingiu o seu ápice e  se popularizou no Japão.
     Nas primeiras exibições de bonsai no ocidente, entre os anos de 1880 e 1900, estas obras de arte foram alvo de polêmicas. Até meados do ano de 1935, dizia-se que estas árvores eram vítimas de torturas e eram comparadas às garotas chinesas que utilizavam sapatos de números menores com o objetivo de moldar os pés.
     Por fim, certamente as técnicas de cultivo do bonsai não maltratam as árvores, e resumem-se a conceitos básicos de jardinagem, tais como: podar, aguar e adubar. 

Referências:
http://www.ryusuipt.com/Bonsai/1.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Bonsai
http://www.koryunet.com
http://www.newworldencyclopedia.org/entry/Bonsai

Dia dos Finados - OBON (お盆) おぼん

   

      Dia 13 a 15 de agosto ocorre no Japão, a comemoração do dia dos Finados.

      Segundo a Tradição Budista, neste dia acredita-se na volta do espírito dos antepassados e os familiares comemoram oferecendo flôres e comidas.
      O Bon Odori, Dança dos Finados também para alegrar os espíritos que voltam. Nesta ocasião, muitos que trabalham nos grandes centros, voltam a sua terra Natal, ocasionando congestionamentos nos trânsitos, lotando os trens e aviões.
      A importância do Obon na vida cotidiana dos japoneses, não é somente o lado religioso mas, uma maneira de unir os familiares, rever a terra natal, parentes e amigos.

Desenhos Artísticos em Tampas de Esgoto no Japão

     Durante a década de 1950, algumas cidades japonesas começaram a instalar tampas de esgoto com desenhos artísticos feitos especialmente para a região. Já na década de 1980 uma variedade de tampas decoradas começaram a surgir, criando uma nova tendência {manhoru mania}.
     Difícil de acreditar, mais até livros sobre {Bueiros no Japão} são lançados, e muitos entusiastas e maníacos adeptos a {manhoru mania} postam diversas fotos e criam grupos sobre o assunto Flickr Group : Japanese Manhole Covers.


Onigiri(Bolinho de Arroz)

Onigiri


     O Onigiri (お握り) também conhecido como Omusubi (おむすび) é um bolinho de arroz japonês geralmente em forma de triângulo, ou de forma ovalada envolto por uma folha de nori.
     Ele pode receber vários tipos de recheio, mas tradicionalmente é recheado com sake (Salmão frito), umeboshi, katsuobushi, ou qualquer outro tipo de ingrediente salgado ou azedo. No Japão o onigiri é encontrado em uma infinidade de lugares que vão desde lojas de conveniência, supermercados, feiras livres, casas de sushi ou até mesmo estabelecimentos especializados em onigiri chamados onigiri-ya

 História

      Escrituras do o século XV, contam que muitos samurais guardavam bolinhas de arroz em bambus, e usavam como refeição durante as batalhas, por ser leve e de fácil transporte. Mas as origens do onigiri são muito remotas. Antes dos pauzinhos (Hashi) tornarem-se difundidos no Período Nara, o arroz foi frequentemente rolado em pequenas bolinhas para que pudesse ser servido facilmente. No Período Heian também era feito em forma retangular para que pudesse ser empilhado em uma chapa e comidos com facilidade.
      Do Período Kamakura ao Período Edo, o onigiri foi usado como refeição rápida. Isso fez com que os cozinheiros apenas pensassem em como fazer uma grande quantidade de onigiris sem pensar em como servir. Este onigiri era simplesmente uma esfera de arroz temperado com sal. O nori não tornou-se popular até o Período Meiji, quando seu cultivo e a fabricação de folhas a partir dele tornaram-se extensamente difundidos no Japão.
      Acreditou-se que o onigiri não poderia ser produzido com uma máquina porque a técnica de rolar o arroz era demasiada difícil para que uma máquina executasse. Nos 1980s, foi construída uma máquina que fazia onigiri em forma de triângulo. Isto foi encarado inicialmente com certo ceticismo porque, ao invés de ter o enchimento rolado do modo tradicional (para dentro), o enchimento foi posto simplesmente fazendo-se um furo no onigiri e escondendo com nori.
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Pachinko


Pachinko (パチンコ em japonês) é um entretenimento e jogo de azar praticado em máquinas que se assemelham a um cruzamento entre pinball.

História
     Esse jogo surgiu na era Taishō e era voltado para crianças. Foi proibido no ano de 1942. Voltou a ser permitido em 1946, sendo uma empresa em Nagoya que construiu a primeira máquina após a liberalização.
   


Jogo
     O pachinko é praticado em uma máquina chamada pachinko dai. Esta máquina tem um painel com vários pregos e uma tampa de vidro e mecanismos elétricos. O jogador compra uma quantidade pequenas de bolas de metal (pachinko dama) e as usa para jogar. Estas bolas são lançadas e rebatem nos pregos, quando as bolas entram em locais específicos a máquina dá mais bolas ao jogador. Com as bolas novas o jogador pode continuar a jogar ou trocá-las por prêmios. Ultimamente, a maioria das máquinas de pachinko têm mecanismo eletrônicos, sendo chamadas de dejipachi.
      O pachinko é definido pela lei chamada fuutekihou, lei que regulamenta negócios relacionados a moral, como: centro de diversão que desperta apreensão quanto a excitar o desejo de jogar dos clientes. Esta lei proíbe que a loja de pachinko troque os prêmios por dinheiro, por isso o pachinko tecnicamente não é um jogo de azar. Os prêmios comuns são: cigarros, maquiagem, comidas, gravatas, CDs e DVDs. Porém, no Japão é comum ter lugares que trocam esses premios por dinheiro logo ao lado dos lugares que abrigam os jogos.
fonte: Wikipedia